Depyl Action

Tenho alergia à cera, e agora?

Tem alergia à cera? Existem alternativas para esses casos e alguns cuidados que podem ser tomados para evitar as irritações!

Saiba tudo sobre o ciclo do pelo e como ele interfere na depilação

Muitas pessoas optam por se depilar das mais diversas formas. Mas, para acertar na escolha desse tipo de depilação, é interessante conhecer um pouco mais sobre o ciclo do pelo. Afinal de contas, o crescimento do fio interfere diretamente no processo depilatório, nos seus resultados e na sua duração. O ciclo do pelo é constituído de 3 fases e isso quer dizer que, ao contrário do que muitos pensam, os nossos pelos não têm um crescimento contínuo. Se assim fosse, os pelos do corpo cresceriam infinitamente durante a vida. Dentro das fases, há a alternância entre os períodos de crescimento e repouso e elas também dependem de outros fatores como idade, se homem ou mulher, metabolismo, fatores genéticos, entre outros. Cada pessoa tem o seu próprio ciclo, mas os pelos sempre apresentam as mesmas fases. É sobre isso que falaremos agora. As partes do pelo O pelo é constituído por partes, assim como os nossos cabelos. São, basicamente, 3 partes das quais falaremos abaixo. Região inferior do folículo Nessa região, encontraremos a papila, uma área de proteção dérmica rica em tecido nervoso e também sistema sanguíneo. Logo acima, podemos identificar uma área chamada matriz e é nela que as células começam a se multiplicar para dar origem a um novo pelo. Raiz É a parte que fica dentro da pele e é formada por células vivas. Nela, encontramos duas partes: a terminal, mais dilatada, e o bulbo, uma região mais desenvolvida da raiz, que fica bem no centro do folículo e é onde a papila dermal começa a se formar. Haste ou talo É parte externa do pelo, ou seja, a que vemos na superfície do nosso corpo e é constituída de células mortas queratinizadas. Essa queratina é formada por 3 camadas: epidérmica ou cutícula de cor transparente, que se organiza como a escama de um peixe; o córtex com células mortas de formato alongado; e a medula, região na qual as colorações penetram facilmente. O ciclo do pelo e suas fases Fase 1: crescimento Também chamada de fase anágena, a fase de crescimento, como o próprio nome já diz, se refere à fase na qual o pelo está em desenvolvimento e construção. Ele está conectado ao folículo piloso — uma estrutura que fica no tecido epitelial — e que tem como principal função a nutrição do pelo. O ser humano tem cerca de 5 milhões de folículos pilosos espalhados pelo corpo. Esta fase dura cerca de 2 a 5 anos e aproximadamente 85% dos nossos pelos estão nela. É a mais indicada para a realização dos procedimentos de depilação a laser ou com luz pulsada intensa. Fase 2: repouso Também chamada de fase catágena, a fase de repouso do pelo quer dizer que o crescimento terminou, o pelo já está queratinizado e a sua atividade metabólica passa a ser menor. Poderia ser um bom momento para a depilação com cera, por exemplo, porém, apenas cerca de 10% dos pelos estão nela. Fase 3: desprendimento A fase de desprendimento ou fase telógena, tem como característica principal o desprendimento do pelo. Nessa fase, um novo pelo já começa a ser formado no folículo piloso que, enquanto cresce, começa a empurrar o pelo antigo para fora, fazendo com que ele caia. Ela dura, em média, entre 3 a 4 meses e cerca de 5% dos pelos estão nesta fase. Essas três fases duram, uma média de, 2 a 7 anos, variando de acordo com os fatores que já citamos aqui (gênero, idade, metabolismo, região do corpo e outros). O ciclo do pelo se mantém constante com o objetivo de não faltar pelos na superfície do corpo em nenhum momento da vida. Como o ciclo do pelo interfere no processo de depilação? Agora que já entendemos um pouco sobre o ciclo do pelo, vamos entender um pouco mais sobre como funciona o folículo piloso já que é nele onde tudo acontece. É o folículo que a luz pulsada ou o laser devem atingir para impedir que o pelo nasça de novo naquele local. Isso não significa que não haja a possibilidade de um novo pelo ser formado no folículo. O nosso organismo se encarrega de construir uma nova camada germinativa que dará origem a um novo pelo. Porém, este, nascerá muito mais fino e fraco. A fase anágena ou de crescimento também é uma ótima fase para a depilação a laser. Isso porque é nessa fase em que há uma elevada concentração de melanina no pelo. E, quanto maior a concentração desse pigmento, maior e melhor será a ação do laser para destruir o fio e também o folículo por meio da condução de calor. A mesma lógica pode ser aplicada para o tratamento com a luz pulsada. O calor é melhor absorvido pela melanina presente no pelo e, por ser um procedimento “menos agressivo” é necessário um maior número de sessões. A depilação com cera e outros tipos nos quais o pelo é simplesmente “arrancado” não conseguem destruir o folículo piloso e, por isso, ele volta a nascer normalmente e em pouco tempo. Assim, se você deseja um resultado mais duradouro, deve optar pela luz pulsada ou depilação a laser. Depilação a laser em pessoas de pele morena ou negra Existe ainda um mito de que pessoas com a pele mais escura, ou seja, com maior taxa de melanina, não devem fazer a depilação a laser ou mesmo a luz pulsada. Isso porque elas acreditam que a técnica pode manchar e promover queimaduras na pele pela absorção do calor. Porém, tudo depende de encontrar um bom profissional e uma clínica especializada no assunto. Os aparelhos que emitem o laser e a luz pulsada conseguem emitir diferentes frequências. Assim, é possível adaptá-los para cada tipo de pele, evitando que ocorram essas manchas. Dessa forma, não há com o que se preocupar. Compartilhe esse conhecimento nas suas redes sociais com os amigos. Eles certamente também vão gostar de entender um pouco mais sobre o assunto e assim, serão capazes de fazer escolhas melhores

Retorno de investimento em franquias: o que é e como calcular?

Retorno de investimento em franquias é o cálculo estimado do tempo que você levará para obter lucros suficientes para a volta do dinheiro investido. Leva em consideração todas as variáveis do negócio como taxas de franquia, aquisição do ponto comercial, reformas, capital de giro, entre outras, e é um indicativo imprescindível para o franqueado assegurar a sustentabilidade financeira da empresa, bem como sua sustentação no mercado. Saber exatamente o que é essa métrica e como calculá-la é habilidade essencial, especialmente, para quem deseja investir em franquias. Neste post, mostraremos agora passo a passo para você entender e desmistificar de uma vez por todas as promessas que envolvem os números de um Retorno de investimento. Preparado? Como é calculado o retorno de investimento em franquias? A conta é simples: consiste em dividir o valor investido pela média de lucro mensal. Por exemplo, se foram 500 mil reais depositados no negócio e o lucro por mês é de R$20 mil reais, o franqueado terá o retorno de investimento em pouco mais de dois anos. Em números: R$500.000/ R$20.000 = 25 meses. Para chegar ao valor de 500 mil reais, é preciso considerar todos os custos que serão necessários à concretização da franquia. São eles: taxa de franquia: obrigatória para dar o direito ao franqueado ingressar na rede franqueadora; capital de giro: dinheiro mínimo necessário para manter as operações do negócio, como estoque, pagamento de fornecedores, etc; aquisição de ponto comercial: valor da compra ou aluguel mensal; reforma do espaço: dinheiro utilizado para manutenção e adequação do espaço físico ao propósito da franquia; compra de equipamentos; royalties da franquia: taxa mensal paga para utilização da marca e conhecimento da franquia até o final do contrato. Variáveis do ROI Acontece que, para chegar aos números acima mencionados, é preciso analisar aspectos mais subjetivos do que contas. Qual é o cenário econômico? Como anda o aquecimento do segmento da franquia? Qual é o nível de empenho do franqueado com o negócio? Esses fatores, que não podem ser mensurados em números reais, influenciam diretamente no retorno de investimento. Para estimar o valor do lucro mensal, por exemplo, é importante acompanhar os resultados de uma unidade construída em cenário similar ao que você pretende iniciar sua empresa. Assim, terá uma noção de qual o estoque demandado por um público que é parecido com o seu, qual fluxo de caixa necessário para manter a operação e, claro, os custos do local para gerar determinado volume de vendas. Outra habilidade fundamental para empreender como franqueado é ter metas bem definidas para atingir o tempo estimado do ROI. Um resultado considerado bom em redes de franquias é um retorno de investimento entre 24 e 36 meses. Mas cada situação é um caso a ser analisado individualmente, ok? Nesse sentido, fica claro que se pararmos a análise na conta básica citada acima, a interpretação dos números da franquia certamente será equivocada. Mitos e verdades do investimento em franquias A franqueadora ajuda a garantir o retorno do investimento Verdade! A relação entre franqueado e franqueadora é ganha-ganha. Ambos desejam o sucesso da nova unidade e devem trabalham em conjunto, cada um no seu papel, para obter o retorno de investimento dentro ou mais rápido que o prazo estimado. Ao franqueado cabe o trabalho de gestão e execução do negócio; e à franqueadora cabe elaborar estratégias de marketing, acompanhar do desempenho da unidade e disponibilizar consultorias para os novos integrantes da rede. Volume de vendas é determinante para um retorno rápido Mito! A relação decisória para um retorno rápido de investimento está entre o volume de vendas e o custo por negócio. Afinal, se há um gasto muito grande para cada venda, analisar somente a quantidade de transações pode maquiar o real desempenho da unidade franqueada. É possível ter um retorno de investimento rápido Verdade! Fatores como o empenho do franqueado com o negócio, otimização dos custos dos processos e a implantação da franquia em condições mais favoráveis do que a prevista no plano de negócio podem levar a unidade a ter resultados mais expressivos e, consequentemente, gerar lucro maior do que o esperado. Assim, provavelmente, o retorno de investimento será mais rápido. Os prazos de retorno são garantidos Mito! Como já dissemos neste post, o cenário onde a unidade franqueada será implantada pesa muito no desempenho do negócio. Aspectos como o espaço físico e as reformas necessárias para adequação ao propósito da franquia; custos da operação em determinado local; a movimentação do setor e a dedicação do gestor são determinantes para a estimativa de um retorno. Por isso, é importante observar a experiência de unidades similares a sua, ok? Bom, agora que você já tem uma noção sobre as variáveis necessárias para o cálculo do Retorno de Investimento em franquias, fique atenta a informações taxativas demais sobre o assunto. Sabemos que esse prazo pode ser bem maleável e, claro, muito diferente na prática, não é mesmo? Afinal, um retorno mais demorado não significa certeza de fracasso, assim como um retorno mais rápido representa absoluto êxito. São situações que merecem análises individuais!